Escrito por

#Destaques | 29/11/2016

CUT-RS e entidades promovem vigília na Praça da Matriz contra PEC 55 e pacotaço de Sartori nesta terça

vigilia-na-praca

 

 

A CUT-RS e entidades sindicais e representativas realizam nesta terça-feira (29), a partir das 9h, uma vigília na Praça da Matriz, no centro de Porto Alegre, contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 do governo ilegítimo Temer e o pacotaço do governo Sartori, ambos do PMDB. Haverá também um ato às 17h, com pronunciamentos em defesa dos serviços e do patrimônio público e contra a retirada de direitos dos trabalhadores.

 

 

A manifestação ocorre no mesmo dia em que os senadores pretendem votar, em primeiro turno, a PEC 55, aprovada como PEC 241 na Câmara dos Deputados, que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos em áreas como saúde e educação.

 

 

Para ir ao segundo turno no Senado, a PEC 55, conhecida como a PEC da Morte, requer o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares, ou seja, 49 dos 81 senadores. A votação em segundo turno está marcada para o dia 13 de dezembro.

 

 

Pressão

 

 

“Vamos alertar os senadores de que somos contra essa proposta, uma vez que retira dinheiro do orçamento da União que vai para os que mais precisam, especialmente os pobres, enquanto não mexe na gastança com o pagamento dos juros da dívida pública ao capital financeiro”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo. Também acontece pressão em Brasília.

 

 

Além de cobrar o voto contrário dos senadores, haverá protestos contra o pacotaço do governador, anunciado no último dia 21, que prevê extinção de fundações, fim do plebiscito para privatizar a CEEE, Sulgás e CRM, demissão de servidores, escalonamento dos salários e pagamento da segunda parcela do 13º até novembro de 2017, dentre outras maldades.

 

 

“Temos que pressionar também os deputados estaduais para impedir a aprovação dessas medidas defendidas pelas federações empresariais e pela mídia golpista e manipuladora, que visam o desmonte do estado, a redução de direitos trabalhistas, a dispensa de servidores e a venda de fundações e estatais”, destaca Claudir. “Querem apequenar o Rio Grande do Sul, o que é inadmissível”.

 

 

A mobilização conta com o apoio do Movimento Unificado dos Servidores (MUS), da Frente em Defesa das Estatais, das frentes Brasil Popular Povo sem Medo, dos movimentos sociais e das ocupações de estudantes.

 

 

Fonte: CUT-RS

Fontes:

Publicado em: 29/11/2016

Voltar