Sindicato lamenta falecimento do funcionário Marco Antonio da Silva, o Naná



 

Na manhã deste sábado (27), faleceu no hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, o funcionário do Sindicato Marco Antonio da Silva, conhecido como Naná pelo movimento sindical da região. Nos últimos meses, ele vinha enfrentando intensivo tratamento contra um tumor no cérebro, descoberto em 2018. Natural da cidade de Canoas, o funcionário tinha 56 anos de idade e deixa uma filha. O corpo será velado na Capela 5 do Cemitério São Vicente, em Canoas, das 18h30 deste sábado ate às 9h30 de domingo. O enterro está agendado para ocorrer as 10h, no Cemitério São João, no bairro Higienópolis em Porto Alegre.

 

Funcionário do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e Nova Santa Rita há 20 anos, Naná desempenhou a função de motorista da entidade. Anteriormente, foi metalúrgico da Springer e integrou a direção do Sindicato na gestão do presidente Nelsinho Metalúrgico. Durante este período, esteve presente em inúmeros atos e movimentos grevistas do Sindicato. Também, prestou auxílio e sempre foi solidário com a organização de movimentos da categoria metalúrgica na região metropolitana e na Capital, assim como a sindicatos de diversas categorias da região e à Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (CUT-RS).

 

A direção do Sindicato lamenta profundamente a partida precoce do companheiro. “O Naná esteve junto com a categoria por muitos anos, era conhecido por todos e entendia a nossa luta e os nossos propósitos. Foi um grande defensor dos direitos dos trabalhadores”, lamentou Paulo Chitolina, presidente do Sindicato.

 

O ex-presidente do Sindicato, Nelsinho Metalúrgico, também prestou solidariedade em nota emitida nesta manhã.

 

Que enorme perda essa partida prematura do Marco Antonio da Silva, nosso Querido Naná. O Naná foi metalúrgico, trabalhou na Springer e foi dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos. Tempos depois foi contratado como motorista do caminhão de Som do Sindicato. Não tinha dia, não tinha hora, não tinha local. Onde houvesse lutas e tivesse sido convocado, lá estava ele. Trabalhador consciente, com coragem, e tinha lado nessa luta de classe. O lado do Povo. Nunca me deixou sozinho numa porta de fábrica. Mesmo nas horas enferruscadas. Perco um grande amigo, um companheiro de lutas, um irmão.”

 

Fonte: STIMMMEC

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