SINDICATO FAZ 59 ANOS: Nosso papel na roda gigante da história

 

Há quase seis décadas, o Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e Nova Santa Rita atua na defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da base. São 59 anos, fechados neste 1º de setembro de 2019, também acompanhando os altos e baixos da história do país e seus reflexos na classe trabalhadora. Uma verdadeira roda gigante de lutas e conquistas que, até aqui, certifica o nosso papel nessa história.

 

Hoje, com a roda girando por baixo, nosso trabalho é árduo frente o ataque aos direitos e à dignidade dos trabalhadores(as), onde muitos já estão inseridos no trabalho informal ou com ampla redução das garantias trabalhistas. E há pouco tempo, durante a redemocratização do país, também foram estas as nossas bandeiras de luta, em um período com altos índices de desemprego e valorização mínima dos ganhos e dos direitos da classe trabalhadora. A atuação do nosso sindicato foi fundamental para fazer a roda girar.

 

Lutamos, em infindáveis campanhas salariais. Barramos, em atos e manifestações à aplicação de políticas neoliberais. Garantimos a valorização dos salários e de tantos outros benefícios, além de fazer valer acordos, convenções e leis pela seguridade da categoria. Girar a roda, de forma que fique positiva e benéfica à classe trabalhadora, nunca foi preocupação dos empresários ou de governos com políticas antissociais, mas sim, de verdadeiros representantes dos trabalhadores(as).

 

E foram anos em que foi possível sentir os efeitos da valorização e da inclusão. Quando os ventos sopraram de maneira favorável, apostamos em parcerias pela qualidade de vida, pautando a importância da alimentação saudável, aumentando os espaços de lazer e incentivando o direito ao conhecimento, aos estudos e à formação. As políticas públicas neste período foram grandes incentivadoras de uma vida melhor, ideal que guia desde o princípio a atuação sindical.

 

Mas atualmente, por escolha democrática e da maioria, a roda gira para baixo novamente. Com respeito à liberdade de escolha, mas questionando amplamente os meios pelo qual esta se fez, afirmamos que este é o início de um novo esforço para retornar à parte de cima. E mesmo com a vontade de alguns, que bradam pelo fim da atuação dos sindicatos, nós não vamos parar. Nossa história comprova a importância da luta e da boa atuação. Seguimos!

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