Resistência na batalha contra às Reformas

Reforma Trabalhista

 

No dia que antecedeu a entrada da nova lei que modifica drasticamente a legislação trabalhista, mais de 10 mil pessoas realizaram uma enorme mobilização em Porto Alegre, convocadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT-TS) e pelas demais principais centrais sindicais do país.

 

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Após um abraço coletivo no prédio do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), na Avenida Praia de Belas, centrais e movimentos sociais fizeram uma caminhada até a Esquina Democrática da Capital. Os discursos reforçaram a pressão contra as reformas trabalhista e previdenciária e protestaram contra o governador José Ivo Sartori e o prefeito Nelson Marchezan Jr, que atualmente aplicam uma política de arrocho na classe trabalhadora, principalmente nos servidores públicos.
O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, destacou a forte participação dos trabalhadores e das trabalhadoras e reiterou a proposta aprovada na plenária de mobilização de manter vivo na memória dos gaúchos o nome e os partidos dos deputados e senadores que votaram contra os interesses da classe trabalhadora.

 

“Todo o dia 11 de cada mês, até a eleição de 2018, estaremos lembrando quem são esses parlamentares que aprovaram a reforma trabalhista, retirando direitos dos trabalhadores. Não esqueceremos”, frisou.

Nespolo também salientou que “o povo brasileiro não tem culpa, mas paga a conta por ter uma elite ramificada no Judiciário, na imprensa, nos parlamentos, no governo do Estado e nas prefeituras. Uma elite que não tem responsabilidade na construção de um país soberano, uma elite que prefere se posicionar de forma subordinada ao capital internacional, fica de joelhos e aqui dentro patrocina o assalto aos direitos dos trabalhadores, ao Estado, ao patrimônio do povo, às políticas públicas”.

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