REFORMA NÃO AFASTARÁ SINDICATO DA CATEGORIA

Diferente do que pretendiam os grandes empresários do país, o movimento sindical não cessou os trabalhos após a aprovação da Reforma Trabalhista. Sindicatos de todo o país intensificaram a luta nas bases, foram às ruas, mobilizam-se com a coleta de assinaturas pela anulação da nova lei e reafirmam que a defesa da classe trabalhadora é o compromisso do atual cenário.

 

 

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Em Canoas e Nova Santa Rita, as últimas semanas foram marcadas por assembleias na porta das fábricas da base. Ao reforçar os principais pontos da Reforma, o Sindicato atentou para a necessidade de fiscalizar e denunciar os ataques, sendo esta uma forma de resistência à nova lei, ainda que o sentimento dos empresários seja de desconfiança. “Foram 117 pontos da CLT alterados, ou seja, um pacotão de bondade aos patrões. Só que quando a esmola é demais, o santo desconfia”.

 

 

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Ao levar em consideração que o trabalho é função essencial para o andamento e desenvolvimento social, assim como para suprir as necessidades básicas dos trabalhadores/as e suas famílias, os dirigentes questionaram: “Onde está o respeito pela classe trabalhadora?” e denunciaram a precarização do bem estar e da dignidade, caso as mudanças na legislação trabalhista sejam aplicadas e, como consequência drástica, salários sejam rebaixados e jornadas sejam ampliadas.

 

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Sindicalização é fundamental na resistência

 

Outro ponto que tem sido reforçado pelo Sindicato é o fortalecimento da entidade por meio da sindicalização. As conquistas da categoria nos últimos anos, previstas em Convenção Coletiva e garantidas até 2019, comprovam a importância da atuação da entidade nas negociações e amenizam os impactos imediatos da nova lei.
O pagamento de adicional de horas extras, por exemplo, é válido na CCT e não previsto em lei, conforme lembrou o secretário-geral Ivo Korok. “Este e outros benefícios são possíveis graças à ação do Sindicato, que não serve só para dar brinde no final do ano”, disse o dirigente, que ainda lembrou dos anos de governos progressista em que a categoria conquistou mais de 20% de aumento real nos salários. “Nós viemos avisando que o golpe era na classe trabalhadora e não em um governo A ou B”.

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