Mobilização na REFAP critica desmonte na categoria

Nos últimos dois anos, o Governo Federal vem tomando medidas que visam privatizar o Sistema Petrobras. O ataque atual é contra refinarias, terminais e oleodutos, por meio da indicação de Temer para o Conselho de Administração da Petrobras ex-executivos de multinacionais concorrentes à empresa. Assim, o dia 26 de abril foi marcado com mobilizações em vários estados do Brasil.
Em Canoas, a Refinaria Alberto Pasqualine (REFAP) é o alvo do governo. Contrários ao desmonte, anunciado no dia 19 de abril, petroleiros e lideranças de sindicatos e movimentos parceiros reuniram-se em uma manhã de protestos em frente à fábrica, que também reivindicou a venda de outras três refinarias: Presidente Getúlio Vargas (REPAR – Paraná), Abreu e Lima (RNEST-Pernambuco) e  Landulpho Alves (RLAM-Bahia). Na ocasião, a direção do Sindicato dos Metalúrgicos marcou presença em apoio aos manifestos.
Vale lembrar que a Refap já teve 30% do seu controle entregue a uma multinacional no governo FHC. Apenas no governo Lula ela voltou a ser 100% Petrobras. A tentativa, desta vez no governo de Temer, é para que a empresa entregue até 60% da unidade para a concorrência. Neste sentido, destacaram os presentes no ato, a luta da categoria, com o apoio incondicional da sociedade, é fundamental para manter a Petrobras como patrimônio nacional.

 

Fonte: STIMMMEC

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