Panelas e machismo para Dilma. Silêncio amigável para Temer

 

 

O aumento da taxação do combustível foi decretado pelo presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) no último 20 de julho, dobrando a cobrança dos valores sobre os impostos PIS e COFINS. Esta ação fez disparar o preços nos postos de combustíveis, fazendo o consumidor desembolsar R$ 0,41 a mais por litro. Considerando o preço médio nacional pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), os combustíveis tiveram alta de 11%, a maior nos últimos 13 anos.

 

 

 

Como o Governo Federal está mais preocupado em estancar o que o Senador Romero Jucá chamou de “sangria da Lava Jato”, evitando que o próprio Temer seja deposto do cargo que ocupa após denúncia de corrupção, e ainda, aprovar reformas que acabam com direitos históricos, o meio encontrado para evitar o caos fiscal é o mesmo de todos os governos que só se comprometem com a classe empresarial: mandar a conta para a classe trabalhadora.

 

 

 

 

Panelas e machismo para Dilma. Silêncio amigável para Temer

 

 

 

Às vésperas de sofrer o processo de impeachment, Dilma Roussef anunciou um aumento no combustível que ficou em torno de 10 centavos mais caro. Na época, além da já famosa bateção seletiva de panelas, muitas pessoas colaram na entrada do tanque de seus carros um adesivo que retratava a então presidente de pernas abertas, como uma forma de “protesto” contra o aumento. Além de ter sido este um ataque machista e misógino (ódio ou aversão às mulheres) com Dilma, deixou clara a seletividade de muitos brasileiros em relação à política. Passados dois anos, o protesto dos brasileiros em relação ao novo anúncio se limita às reclamações nas redes sociais e à volta do pato amarelo da Fiesp. Trata-se de um protesto bem amigável.

 

 

 

 

Fonte: Stimmmec

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