Dongwon: assembleia na porta da empresa esclarece negociações sobre adequações salariais

Na manhã do dia 21 de janeiro, o Sindicato esteve em frente à Dongwon para conversar com os trabalhadores e trabalhadoras sobre alguns encaminhamentos junto à empresa. Em especial, sobre as negociações que visam a adequação dos salários, visto que a metalúrgica coreana vem pagando somente o piso da categoria para as mais variadas funções.

 

 
Os dirigentes sindicais esclareceram que desde o final de 2020 estão realizando tratativas com a direção para negociar as adequações. No entanto, a empresa alega que paga uma série de benefícios aos trabalhadores além do salário. “Nós já avisamos os diretores da empresa que não adianta dizer que paga vale refeição e concede rancho. O que os trabalhadores querem é a valorização dos salários, receber de acordo com a função que exercem”, afirmou o presidente do Sindicato, Paulo Chitolina.

 

 
O dirigente Antonio Munari reforçou junto aos trabalhadores a necessidade de continuar em constante contato com o Sindicato, ação que já permitiu uma série de conquistas na empresa. “Nós recebemos as denúncias em nossos canais e estamos sempre buscando as melhorias. A situação dos uniformes e as conquistas da PLR ocorreram graças ao diálogo de vocês com o Sindicato”.

 

 

 

Edgar Fernandes, metalúrgico do Sindicato de Porto Alegre, também participou da assembleia e deu um relato sobre a situação dos trabalhadores nas empresas da Capital. “Eu acompanho muitas empresas de Porto Alegre e a desvalorização dos salários é quase uma regra, ainda mais depois da Reforma Trabalhista. Por isso, a gente precisa estar junto com o Sindicato, que ainda é uma ferramenta importante de luta é reivindicação”.

 

 
Silvio Bica, vice-presidente do Sindicato, reforçou na porta da empresa que nos próximos dias ocorrerá um novo encontro e que a entidade espera novidades da empresa quanto ao assunto. “Companheiros, vocês ficam aqui conscientes de que, caso a empresa não tome providências, nós vamos precisar paralisar a produção para reivindicar o direito de vocês”.

 

 

Fonte: Rita Garrido / STIMMMEC

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