Contra o fim da aposentadoria e o desemprego é GREVE GERAL!

 

Após mobilizações em todo o país no último dia 1º de maio, Dia do Trabalhador, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), em conjunto com as demais centrais sindicais, definiram pela realização de uma GREVE GERAL no dia 14 de junho. Até lá, atos, mobilizações, panfletagens nas ruas e nos locais de trabalho serão realizados para conscientizar os trabalhadores e trabalhadoras sobre a importância de se mobilizar contra o fim do direito à aposentadoria (via Reforma da Previdência) e o desemprego.

 

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado no final de abril, o desemprego assola 13,4 milhões de brasileiros (12,7%). Segundo o instituto, a alta do desemprego no 1º trimestre do ano representa a entrada de 1,2 milhão de pessoas na estatística que mede a desocupação. Ainda, o levantamento aponta que o número de subutilizados bateu recorde, atingindo 28,3 milhões de pessoas.

 

“Já faz mais de um ano que a Reforma Trabalhista foi aprovada e está em vigor. No entanto, a promessa de gerar empregos se revelou uma grande mentira. O governo queria flexibilizar direitos trabalhistas e acabar com o acesso à Justiça do Trabalho e os sindicato, óbviamente a pedido dos empresários”, lembra Paulo Chitolina, presidente do Sindicato.

 

A Reforma da Previdência (PEC 6/2019), que visa acabar com o direito à aposentadoria, com os benefícios e à assistência social à classe trabalhadora já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, mas ainda precisa percorrer uma série de votações no Congresso Nacional. Neste tempo, frear o avanço da proposta tem sido a principal bandeira de luta dos sindicatos e dos movimentos sociais. “Já é bastante clara a insatisfação da população com esta reforma, que atinge tanto quem está na ativa quanto os já aposentados. Mas não é o suficiente, e por isso mesmo temos que cruzar os braços, afetar o sistema de produção do país como uma forma de mostrar tamanha insatisfação com estes ataques”, destaca o vice-presidente Silvio Bica.

 

Texto: Rita Garrido – STIMMMEC

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