Categoria unificada é a saída para barrar o avanço do retrocesso

EDITORIAL

Desde o dia 11, a lei que representa um dos maiores retrocessos já vividos pela classe trabalhadora do País está vigorando. Um dia antes, as principais centrais sindicais do país, sindicatos e movimentos sociais e populares foram às ruas para mostrar que a resistência é necessária e que a defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras é o compromisso maior no atual cenário.

 

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Nas últimas semanas, em frente às empresas da base, o Sindicato se fez presente para reforçar sua posição de defesa e conscientização. O momento pede, mais do que nunca, a quebra do imaginário de que é obrigação do movimento sindical achar soluções e saídas para os problemas da classe trabalhadora. Somos base de organização, princípio de mobilização, sempre atentos às ideias e ao aval daqueles que engrossam verdadeiramente a luta: trabalhadoras e trabalhadoras do país.
Conclamamos assim a união da categoria metalúrgica de forma urgente. É hora de fiscalizar os movimentos dentro das fábricas, buscar aproximação com os dirigentes sindicais e o Sindicato e denunciar qualquer princípio de ataque aos contratos de trabalho, à jornada e aos direitos que garantem o bem estar físico/psicológico dos companheiros/as. Unificar a luta, independente de cargos e salários, é a única garantia de resistência ao avanço da nova lei. Diferente do que querem que acreditemos, somos todos e todas classe trabalhadora, não patrões!

 

 

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